Ivone Apolinário é Mãe, Doula, terapeuta de Zen-Shiatsu, instrutora de Ki Move e professora de culinária macrobiótica/vegetariana, entre muitas outras coisas. Depois de terminar a licenciatura em Relações Internacionais começou a interessar-se pelo auto-conhecimento através do corpo, iniciando a prática regular de Yoga, que a leva rapidamente ao estudo do Zen-Shiatsu, bem como a outras áreas da filosofia oriental e da medicina natural. Mais tarde colabora na criação do Semente-Centro Macrobiótico de Braga e do espaço de terapias naturais Nossas Mãos, ambos em Braga. Após a experiência da maternidade inicia a partilha, em diversos cursos, de todo o seu estudo sobre uma forma natural e holística de trazer um filho ao mundo. Actualmente, para além destas actividades, encontra-se numa fase de desenvolvimento da sua paixão pelas artes performativas, especialmente pela música.
Este é o título de um dos livros mais importantes que li até hoje, do filósofo e educador J. Krishnamurti, uma das mentes iluminadas que passaram pelo nosso planeta.
O que significa verdadeiramente educar? Será estimular o desenvolvimento do intelecto? Desenvolver capacidades de expressão artística?
Educar não significa apenas adquirir conhecimento, mas sim compreender o significado da vida como um Todo. Para isso é preciso ajudar a despertar a Inteligência (que é diferente do intelecto).
Contribuindo para o auto-conhecimento da criança, libertando-a dos seus medos e preconceitos, ela torna-se criativa por natureza. Cada acção sua é pura criação e as técnicas passam a ter um papel menos relevante.
A Educação no seu sentido mais verdadeiro visa ajudar o indivíduo a tornar-se um ser amadurecido e livre para florescer num ambiente de amor e bondade.
A educação de uma criança requer inteligente observação e zelo. Os especialistas com toda a sua ciência, não podem substituir o amor dos pais, mas a grande maioria destes corrompe esse amor com os seus próprios medos e ambições, que condicionam e deformam a visão da criança. Assim, bem poucos de nós se importam com o amor, contentando-se com a aparência de amor. J. Krishnamurti
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